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Presidente da FIA nega que veto a extensão de corridas sprint na F1 seja por razões financeiras

Mohammed Ben Sulayem, em entrevista ao Daily Mail, afirmou que teme sobrecarga de trabalho da equipe da FIA

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O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem negou que o veto a extensão do número de corridas sprint de três para seis provas na F1 em 2023 seja por razões financeiras. Em entrevista para o Daily Mail, ele revelou que a preocupação é com a sobrecarga de trabalho que a FIA poderia ter com as provas. Na reunião da comissão da F1 em 26 de abril, a FIA argumentou o que precisava analisar os impactos da extensão.

“Não pedi mais dinheiro, mas se pedisse, gostaria de usá-lo da maneira certa. Dizemos que a Fórmula 1 é o auge, e é, então nós da FIA precisamos de recursos para governar o lado técnico e financeiro de um esporte bilionário de uma maneira que respeite isso. Precisamos da capacidade de observar esses padrões. Então, especificamente em relação aos sprints, tenho que ver se minha equipe no solo pode absorver a carga de trabalho extra que as corridas acarretariam”, comentou.

Benjamin acrescentou que precisa tomar decisões sensatas e que não entende o porquê de pedir para sua equipe trabalhar mais.

“Então, não entendo por que de repente pediríamos à equipe da FIA para fazer mais. Um incidente acontece no futuro, como um envolvendo um safety car, e depois? Precisamos analisar tudo isso e tomar uma decisão sensata. Vamos executar nossa operação. Nós vamos consertar isso”, refletiu.

Ben Sulayem sugeriu que ficaria mais feliz em aprovar a extensão das corridas sprint, mas sem criar desvantagens. Ele também falou que o resultado da votação foi democrático e que todos os integrantes da comissão tiveram chances de votar.

“Temos o que chamamos de democracia: a Fórmula 1 tem voto, as equipes têm voto, eu tenho voto. Se você disser que não posso me abster ou ter tempo para estudar as propostas, então você não está me permitindo a liberdade da democracia”, comentou.

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